Natal

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segunda-feira, 5 de maio de 2008

Alimentação do bebé apartir dos 6 meses

Os músculos das paredes do tubo digestivo crescem e fortalecem-se, o que quer dizer que o seu bebé pode começar a ingerir alimentos mais complexos.
Porquê?
Porque após os 6 meses, o estômago aumenta de volume o suficiente para que a ingestão de um maior número e mais variado leque de alimentos seja possível.
No entanto, não esqueça que é fundamental seguir as indicações do pediatra relativamente à alimentação mais adequada.

As fezes.
A côr e consistência das fezes do seu bebé muda assim que se inicia a alimentação sólida. Com o Leite Materno, as fezes são geralmente de côr amarelada, semi-líquidas e com grumos. Depois de cada refeição o número de evacuações é elevada.
No entanto, a frequência de evacuações pode variar de bebé para bebé. As crianças alimentadas com fórmulas infantis têm, normalmente, fezes amarelo-acastanhadas e de consistência mais sólida.
A frequência de evacuações também é menor do que a dos bebés amamentados. Nesta fase, devido à limitada capacidade de mastigação do bebé, é normal que pequenos pedaços de alimentos que não são digeridos apareçam nas fezes.

Função renal.
Após o nascimento, os rins do bebé ainda se encontram bastante imaturos e as alterações nas suas funções continuam a decorrer durante os primeiros quatro anos de vida. Ao ano e meio, a capacidade de concentração dos rins atinge a de um adulto. E, após os 6 meses, a capacidade de concentração é bastante pequena e a sobrecarga renal dos alimentos aumenta o volume urinário.

A dentição.
A erupção dos primeiros dentes de leite dá-se a partir do 6º mês e vai até ao 30º mês (20 dentes ao todo). A maioria das crianças tem poucos dentes até ao ano de idade. A erupção dos dentes da arcada dentária inferior dá-se geralmente antes dos da arcada superior.

segunda-feira, 21 de abril de 2008

Alimentação do bebé dos 4 aos 6 meses de idade


Na preparação caseira da comida, ter o cuidado de a adaptar ao gosto e à digestão do bebé. Servir separadamente os diferentes alimentos para que o bebé os possa diferenciar, apreciar e seleccionar.

Nutrientes:

» Proteínas
» Vitaminas
» Sais Minerais

Textura:
» Purés semi-liquidos e macios

Alimentos:

Farinhas

Muito ricas em hidratos de carbono, são uma importante fonte de energia para o bebé. Costumam ser os primeiros alimentos sólidos a introduzir na dieta do bebé. Mas até ao 6º mês, não use farinhas com glúten, pois esta proteína pode provocar desarranjos digestivos sérios.
Existem no mercado diversos tipos de farinhas: lácteas e não lácteas, instantâneas, adicionadas de frutos ou legumes, com cacau, mel, etc.

Frutas

Fornecem sobretudo vitaminas, diversos sais minerais e fibras. Introduza-as a partir do 5º ou 6º mês, começando pelas maçãs, pêras e bananas, sob a forma de papas e purés

Legumes

Fornecem vitaminas, sais minerais e fibras. Podem ser introduzidos a partir do 5º ou 6º mês, primeiro sob a forma de caldos ou papas, tornando-se lentamente mais espessos, até formarem purés.
A cenoura e a batata são os legumes utilizados para a base de caldos.
Complemente com outros legumes, como o feijão verde, a alface, a penca, etc. Cozinhe os legumes em pouca água e aproveite-a, pois é muito nutritiva.

Quantidade/ dia
3 Refeições principais:
-> Pequeno Almoço
-> Almoço
-> Jantar

A preparação dos alimentos

Na preparação caseira da comida, ter o cuidado de a adaptar ao gosto e à digestão do bebé. Servir separadamente os diferentes alimentos para que o bebé os possa diferenciar, apreciar e seleccionar.
Essa é uma das grandes vantagens da comida caseira relativamente aos boiões.Variar a aparência e a textura dos alimentos são importantes estímulos para a progressiva adaptação. Não usar temperos.
Deixar a criança descobrir o sabor natural dos alimentos. O sal e açúcar são totalmente dispensáveis: o sal pode sobrecarregar os rins do bebé e o açúcar criar habituação.Como guardar a comida do bebé.
Uma forma prática de ter sempre disponível comida diferente para o bebé, consiste em congelá-la sob a forma de cubos.

1. Prepare a sopa e arrefecendo-a numa tigela em água fria.
2. Depois, deitar a sopa numa forma de cubos de gelo, tapando com uma película aderente e levar a congelar.
3. Após congelados, guardar os cubos em sacos plásticos separados por tipos de alimentos.